Jonas vive
entre a rotina hospitalar e o ritmo urbano. Relatos dispersos de aparições
luminosas, formas difusas em movimento e ocorrências clínicas repetidas em seu
trabalho no hospital começam a revelar padrões ignorados pelo olhar habitual.
Aos poucos, ele passa a suspeitar que algo além do cotidiano atua discretamente
na cidade.
A partir desses sinais, ele formula a hipótese dos chamados predadores, um modo de existência distinto, ligado a inteligências plasmáticas que operariam em regimes de duração diversos do humano.
Com a intensificação das ocorrências, Jonas percebe que a questão maior talvez não seja apenas aprofundar a investigação dessas presenças, mas reconhecer os limites do próprio conhecimento.
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